Monday, January 22, 2007

ABERTURA DO ENCONTRO - 18/11/2006


O ser humano atravessa hoje uma crise das mais graves em toda a sua história. A devastação do nosso Planeta é uma realidade cada vez mais presente: florestas são reduzidas a desertos, milhares de espécies de animais e vegetais desaparecem para sempre, a água e o ar são contaminados, e até a camada de ozônio da biosfera é ferida. Se esta prática não for revertida, a sua conseqüência mais imediata será a destruição dos recursos naturais dos quais depende a nossa própria existência[1].

Segundo dados colhidos do Relatório Estado do Mundo (2004)[2], 25% da população atual da Terra consome 75% de toda a energia produzida, 75% dos metais e 60% de todos os alimentos produzidos. Aproximadamente 60% da população mundial vive com menos de 2 dólares por dia, 815 milhões passam fome e mais de 6.000 morrem por dia em decorrência da desnutrição.

A cada minuto são destruídos no mundo 42 hectares de florestas (equivalente a 42 campos de futebol) e na Amazônia, a cada 10 segundos, é destruída uma área de floresta equivalente a um campo de futebol. A cada dia são produzidos no mundo 2 milhões de toneladas de lixo domiciliar, equivalente a 10 montanhas como o Pão de Açúcar (RJ). Por outro lado, o alimento que é produzido no planeta poderia alimentar toda a humanidade.
A descrição de tal situação de desequilíbrio acentuado ao longo dos anos foi apresentada no 2º Encontro de Ambientalistas da UDV, realizado nos dias 18 e 19 de novembro de 2006, em Campinas, SP.

[1] Trecho introdutório da Carta de Princípios da Associação Novo Encanto.
[2] Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, do documento World Development Indicators, 2002 do World Bank e do Jornal o Estado de São Paulo, 2004.




Edison Saraiva:

"Egossistema" deve ser trabalhado antes do Ecossistema.











Palestra de Abertura














Sergio Ganelie, José Mauro e Fernando Portugal












Rachel Stefanuto, José Luiz de Oliveira e Marco Storani